quinta-feira, 24 de abril de 2014

tarra tudo ruído e o redor as ruínas
no ouvido o hino cínico do coro de hienas
defunto submerso em seus auto pensamento
denunciava-se confuso com os fuso de não agir com facil consentimento
de nada vale a base desestruturada ou estruturas de ilusório porte
e ainda...escrever pra crer que enquanto vida, não ser morte...!!

gael solo

domingo, 6 de abril de 2014

até o que vomito
pode fazer parte de meus rito
quando a carne grita mais que a boca é hora de reconstruir o repensado
voz tremula e falha tbm pode inferir o questionado
ou o que é dito é que é pra em conta ser levado?
vale mais o som da captação de um nulo conteúdo
ou a ação de captar aprendizagens em estado mudo?
vai e volta, rotina gangorra
que te faz andar em círculo, e quando não o mínimo é que tu corra!
vai as forra, sem anseio de alforria
e vinga-se de si, pra por de lado a agonia
perceba a maquina que se alimenta de mentes
devoramos animais, enquanto a máquina devora a gente
ao final da digestão áspera e conivente:
descanso forjado aos que não acreditam estar/ser cardápio
eu não sou hábil, mas sei que já servi de alimento
Galeano deu o papo que serviu de alento
somos aves engaioladas escolhendo o molho, então fique atento
pois se a carne é fraca, nosso grito faz eco no abismo dos sentimento

gael