domingo, 20 de março de 2016

A vida é como um rio
companhia são como jangadas
que estão nessa jornada
relações de compadrio
lições de respeito ao mar
assumir nossa pequenez
entender o nó que se desfez
pois um dia ele pode reatar
céu quando carregado
sinal de futura tormenta
marinhero que auto-atormenta
não sustenta o proprio barco
a maré (amar é) inconstante
as vezes agita, as vezes acalma
mergulha na propria alma
o jangadeiro confuso e errante
gael
partisan de campo verbal
resistencia frente a inércia imperial
onde ainda rendem lucros a familia real
visao deturpada de juventude drogada
toda quinta-fera o highlander da rima leva um livro pra casa
além dos afiados que leva na pergunta ou no refrao
e os olhos surpreso de ver o bboy girano no chao
a biblioteca é trincheira presente nessa guerra diária
cada emprestimo feito, é uma barreira que falha
infiltramos nos erros dessa equaçao sem resposta
o quociente é pró-capital, nos resta a falencia exposta
enquanto achamos que a monarquia foi extinta, que é só memória
é dos Orleans e Bragança que contam a história
gael