narragens e falas que um dia tiveram vez, podem estar mortas, mas são ressuscitadas toda vez que algum olho as acompanham e num pequeno espaço de tempo ganham o mínimo de artenção num outro satélite-cabeça...
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
numa mão o urso de pelúcia,
na outra o cigarro aceso
entre os dois objetos
a confusão, a dor e a indiferença
futuro era verbo não conjugado
e ainda por cima imperfeito
a janela era o divã,
com os pensamentos batendo no vidro...
como moscas
inocência e malícia
brincavam de mãos dadas
não pareciam felizes,
não era esse o objetivo, buscavam raízes
e na sucessão dos fatos, rotina homicida
tiravam vidas de dívidas antigas
bom casal, mas tirando a boa miral
em falhas e erros eram especialistas
gael, solo
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