E lá ve, ele com passos firmes, pesados e dificultosos
apelidaram-no carinhosamente de espremedor de ossos
devora tudo que vê pela frente:
expressões pupulares, natureza e seres não subservientes
faz questão de mastigar tudo
não é muito de pensar, faz a alimentação mudo
Capitalício tem seus vicíos e sabe disso
um dos principais, é brincar de destruir vidas em favelas e cortiços
tem todo um aparato ao seu lado
arsenal de guerra e uns cachorro geneticamente alterado
fora sua força não necessariamente bruta
apesar de não racionar bem, sabe que mentes e corações tamém são campos em disputa
não liga se tu tem seus contratempos
te engole facim, facim misturado aos condimentos
e o faz sem dó, nem piedade
principalmente se discordar dos rolé-padrão de raça, genero ou tiver renda baixa na cidade
se desenvolveu aos poucos, agora ostenta grande império
a forma de viver e comer é uma: não ter critério!
ele é uma fábrica de guerras
faminto, não quer saber se povo nativo tem forte ligação com sua terra
apesar de tanto comer, não fica farto
desejo e luta de muitos é infarto
podre por dentro, veste boa grife, tem caro perfume e vive sorrino
nega a cana popular, não combina com seus terno fino
se fosse filme, taria na seção de terror ou tragédia
mas como é real e cotidiano, a gente vaia tomano uma, esse espetáculo dos fabricante de miséria
.... (cena final é ele boiano na sua piscina de desperdício, fumano um charuto oriundo de outro latrocínio)
gael
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