Olhava a seu redor, apesar da dor não tinha DÓ
Era parte daquilo, não era máquina mas transportava quilo, quando tranquilo diminuía o ritmo e ás vezes recorria a RÉ
MI falava de suas razões, o sustento era o intento que aliviava preocupações
FAmiliar já era estranho, estranhava atos de carinho, a sobrevivencia é o ganho, e na gaiola do cotidiano a ave endividada vendeu seu próprio ninho
SOL marcava o corpo e batia cedo seu cartão, carteira vazia não dá azia, nem má digestão
Relato esse real há, não existente aqui belo local, de fotografadas paisagens. É de LÁ dos barbados fadados ao esquecimento e barbárie
á tona trágica mudança, refrão repetitivo é como rotina e te cansa
alheio ao meio, não se sustentava menor, nem maior, sabia que se continuasse a tocar assim seria pior, compôs nova melodia e no seguinte dia, novo arranjo iria seguir. cansado dessas saídas e notas reparou no outro lado do espelho e olhou pra dentro de SI... entrou pra dentro de SI
gael
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